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sexta-feira, 29 de setembro de 2017

{Crítica} A garota no trem


Título: A garota no trem
Direção: Tate Taylor
Elenco: Emily Blunt, Rebecca Ferguson, Haley Bennett
Gênero: Suspense
Duração: 1h 53min

♥ ♥ ♥ ♥ ♥ (★) 
Sinopse: Rachel (Emily Blunt), uma alcoólatra desempregada e deprimida, sofre pelo seu divórcio recente. Todas as manhãs ela viaja de trem de Ashbury a Londres, fantasiando sobre a vida de um jovem casal que vigia pela janela. Certo dia ela testemunha uma cena chocante e mais tarde descobre que a mulher está desaparecida. Inquieta, Rachel recorre a polícia e se vê completamente envolvida no mistério.


Baseado no livro de Paula Hawkins, A garota no trem é um daqueles thrillers que prende o espectador pela sua ótima narrativa. Com ecos de Garota exemplar, o filme é um suspense, mas se revela em outras questões.
A trama vai girar em torno de três mulheres Rachel, Megan e Anna. Rachel é uma alcóolatra que se entregou ao vicio após ser abandonada do marido e inúmeras tentativas frustradas de engravidar. Todos os dias ela faz uma pequena viagem à Nova York dentro do trem e observa uma casa especifica, criando teorias sobre a vida perfeita que vive o casal daquela casa. Como nada é por acaso o casal mora dois números abaixo da casa onde ela vivia, e que hoje o ex-marido mora com sua a atual família.
          Em uma das suas viagens a Londres ela vê uma cena estranha do casal que ela sempre admirava na varanda. No lugar de uma cena de amor e caricia ela vê algo diferente, algo que pode explicar muito dos fatos que ocorrem posteriormente, afinal pouco tempo depois a mulher foi dada como desaparecida. Envolvida emocionalmente demais, e muito mais do que ela deveria, decide que precisa fazer alguma coisa para descobrir o que aconteceu com Megan. Nessa busca intensa ela descobre mais sobre si mesma.

          A narrativa é um ponto interessante bem trabalhado, a protagonista narra em off o que nos oferece um olhar mais profundo sobre sua mente. Inicialmente não percebemos o alcoolismo, mas vemos que algo acontece e a atormenta. Acredito que a ideia da autora foi passar os problemas enfrentamos por pessoas que sofrem algum tipo de perda, e se entregam ao álcool, depressão e ate mesmo drogas. Rachel ao longo da narrativa teve vários apagões, e muitas vezes não tínhamos certeza que havia acontecido ou era da cabeça dela.
Ao longo do filme vimos várias pontas soltas que só se juntaram ao final, fazendo uma excelente e envolvente trama. Não consegui prever o final, e me surpreendi com o final. Consegui visualizar o desfecho chocante de como podemos nos enganar e nos manipular através dos nossos sentimentos. Super indico pra quem gosta de suspense e de surpreender com o final.


Confira o trailer:

quarta-feira, 7 de junho de 2017

{Crítica} Hush – A Morte Ouve


Título: Hush
Direção: Mike Flanagan
Elenco: Kate Siegel (Maddie); John Gallagher Jr.(Assassino); Michael Trucco (John); Samantha Sloyan (Sarah);
Gênero: Suspense
Duração: 1h 20min
♥ ♥ ♥ ♥ ♥  

Sinopse: Depois de perder sua audição quando adolescente, Maddie Young (Siegel) viveu uma vida de isolamento totalmente recuada em seu mundo silencioso. Porém, quando o rosto mascarado de um assassino psicótico aparece na janela de sua casa ela deve ultrapassar seus limites físicos e psicológicos para poder sobreviver uma noite.

{Crítica} A Última Casa da Rua



Título: A última casa da rua

Direção: Mark Tonderai

Elenco: Jennifer Lawrence (Elissa); Max Thieriot (Ryan); Elisabeth Shue (Sarah); 

Gênero: Suspense

Duração: 1h 41min

♥ ♥ ♥ ♥ ♥ 

Sinopse: Dispostas a conquistar uma nova vida, a jovem Elissa (Jennifer Lawrence) e sua mãe Sarah (Elisabeth Shue), que se separou recentemente, se mudam para uma grande casa em uma nova cidade. O negócio só foi possível porque o imóvel vizinho ao delas foi palco de um duplo assassinato e assim o aluguel ficou mais baixo. Mas tudo na vida tem um preço e quando Elissa começa a se relacionar com Ryan (Max Thieriot), o único sobrevivente da família assassinada, as coisas começam a mudar radicalmente, trazendo à tona problemas entre mãe e filha, além de conflitos com os vizinhos da região, que acabam envolvendo também a polícia local.


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