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sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

{Crítica} Homem-aranha de volta ao lar

Título: Homem-Aranha de volta ao lar
Direção: Jon Watts
Elenco: Tom Holland, Michael Keaton, Robert Downey Jr. 
Gênero: Ação, Aventura.
Duração: 2h 14min
♥ ♥ ♥ ♥ ♥ (★) 

Sinopse: Depois de atuar ao lado dos Vingadores, chegou a hora do pequeno Peter Parker (Tom Holland) voltar para casa e para a sua vida, já não mais tão normal. Lutando diariamente contra pequenos crimes nas redondezas, ele pensa ter encontrado a missão de sua vida quando o terrível vilão Abutre (Michael Keaton) surge amedrontando a cidade. O problema é que a tarefa não será tão fácil como ele imaginava.

Não me pegou! O filme chegou em parceria com os estúdios Marvel, e veio com um pacote de ilusões.
Com sua primeira aparição em Guerra Civil, homem aranha ganhou um filme "exclusivo", interpretado por um adolescente bem diferente do Peter Park do filme de 2007. Em seu primeiro filme da trilogia (Sim, ainda teremos mais 3 filmes da franquia), temos um meio herói adolescente, atrapalhado e com problemas reais. 


O garoto  esta na fase adolescente, e é imaturo para ser um super-herói. Essa fase maluca da vida ele se divide entre a escola e os chamados dos Vingadores. Com a ascensão de uma gangue de traficantes, baseadas em tecnologia chitauri, o aracnídeo encontra o alvo perfeito para se provarem dignos dos heróis mais poderosos da terra.
Ansioso por novas missões, mas continuamente ignorado pelo Homem de Ferro, ele começa a se aventurar e impedir pequenos roubos e problemas na cidade.
Um belo dia Peter está curtindo – ou tentando – curtir uma festa com a galera da escola, e ao ver um problema gigante ele não faz a ligação para o Homem de Ferro e vai atrás do problema sozinho.

Dentro deste contexto ele se mete em muita confusão e sem o auxilio do Homem de Ferro, somente com o computador de bordo ele vai tentar se virar e em muitas situações vai salvar o dia.
No final de tudo Tony Stark irá ajuda o pequeno herói. As cenas de ação são bem feitas, com muitos efeitos especiais que enchem nossos olhos e é o que faz o filme valer a pena.
O filme trás muitos efeitos especiais, e uma boa atuação de todo elenco. Mas não me agradou, prefiro Peter mais velho.


Confira o trailer:
terça-feira, 23 de janeiro de 2018

{Crítica} Mulher-maravilha


Título: Mulher-maravilha
Direção: Patty Jenkins
Elenco: Gal Gadot, Chris Pine, Connie Nielsen
Gênero: Ação, Aventura, Fantasia
Duração: 2h 21min
♥ ♥ ♥ ♥ ♥  (★) 

Sinopse: Treinada desde cedo para ser uma guerreira imbatível, Diana Prince (Gal Gadot) nunca saiu da paradisíaca ilha em que é reconhecida como princesa das Amazonas. Quando o piloto Steve Trevor (Chris Pine) se acidenta e cai numa praia do local, ela descobre que uma guerra sem precedentes está se espalhando pelo mundo e decide deixar seu lar certa de que pode parar o conflito. Lutando para acabar com todas as lutas, Diana percebe o alcance de seus poderes e sua verdadeira missão na Terra.

O filme vai nos levar ao inicio de tudo, nos contando toda a história da Princesa das Amazonas, desde a sua infância, passando por como e onde ela nasceu e cresceu, e como ela acabou se tornando quem ela é. Mostra sua família e sua história, e como e o motivo dela ter vindo para o nosso mundo.

Situações a levam a terra, e ela vem decidida a acabar com a guerra. Longe de ser a maravilha que ela imagina, nosso mundo traz algumas decepções à princesa amazona, porem, é aqui, longe da proteção de sua mãe e da tia, que ela cresce e descobre o poder total que carrega. 
Ela irá lutar ao lado de alguns companheiros “comuns”, vestindo-se a caráter da época, ela entra bem no meio da 1ª guerra mundial, e é lá sua primeira aparição para o mundo humano, onde ela se revela ao mundo todo, e isso fica registrado para a posteridade em uma foto em preto e branco, que é apresentada logo no início do filme, como um presente do nosso querido Bruce Wayne.
O longa – muito longo mesmo –, conta com mais de duas horas de filme, que se passam num piscar de olhos, pelo menos essa foi a impressão que tive. A produção é impecável, a história é fantástica, e me arrisco a dizer que foi uma das melhores produções de 2017. Roteiro, figurino e atores são da melhor qualidade, os efeitos estão impecáveis. 
O filme consegue nos prende do início ao fim, conta com muita ação, emoção e até uma pitada de drama. 
Diana decidiu que precisa lutar pelos menos favorecidos, pelos que estão sofrendo e morrendo por causa da guerra, ela se entrega de corpo e alma a esta missão, e é neste momento que o livro tira o fôlego.

O filme nos trouxe emoção do começo ao fim, foi incrível. Uma sala de cinema cheia fechou o filme com uma chuva de aplausos.


Confira o trailer:

quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

{Crítica} A Múmia


Título: A múmia
Direção: Alex Kurtzman
Elenco: Tom Cruise, Sofia Boutella, Annabelle Wallis
Gênero: Fantasia, Aventura, Terror
Duração: 1h 51min
♥ ♥ ♥ ♥ ♥  (★)

Sinopse: Na Mesopotâmia, séculos atrás, Ahmanet (Sofia Boutella) tem seus planos interrompidos justamente quando está prestes a invocar Set, o deus da morte, de forma que juntos possam governar o mundo.  Mumificada, ela é aprisionada dentro de uma tumba. Nos dias atuais, o local é descoberto por acidente por Nick Morton (Tom Cruise) e Chris Vail (Jake Johnson), saqueadores de artefatos antigos que estavam na região em busca de raridades. Ao lado da pesquisadora Jenny Halsey (Annabelle Wallis), eles investigam a tumba recém-descoberta e, acidentalmente, despertam Ahmanet. Ela logo elege Nick como seu escolhido e, a partir de então, busca a adaga de Set para que possa invocá-lo no corpo do saqueador.

A nova franquia do filme A Múmia não me convenceu, e mesmo com grandes atores deixou a desejar.


Nick e Chris Vail são militares - e saqueadores de artigos antigos - e juntos com a pesquisadora Jenny Halsey terão a missão de investigar o sarcófago de Ahmanet.
 


Ahmanet é uma princesa assassina, que foi aprisionada a milhares de anos, impedida de invocar Set, o deus egípcio da morte. Aprisionada e mumificada viva na antiga Mesopotâmia, ela retorna ao mundo dos vivos, após os militares; Nick e Chris descobrirem sua localização e a libertarem.


Uma vez desperta, Ahmanet inicia sua busca pela adaga de Set para invocar o deus egípcio e oferecer o sacrifício.
 

A partir daí Nick se vê perturbado com visões e sensações estranhas. Amaldiçoado, ele precisar fugir de Ahmanet, de múmias zumbis e um médico fantasma, antes que se torne o sacrifício.

Dentre muitas descobertas, o grupo irá encontrar o doutor Henry Jekyll um maluco, cheio de explicações para os acontecimentos atuais, e líder de uma sociedade secreta que luta contra ameaças sobrenaturais.


Sem nada de tirar o fôlego o filme segue seu curso natural, mas vai se tornando cansativo. O longa trouxe algumas cenas divertidas, e atuação de Tom Cruise foi espetacular! Mas não trouxe nada novo, o enredo não veio para surpreender telespectador. Tentando adentrar no Dark Universe, a Universal deixou um pouco a desejar. Vamos torcer para que os próximos filmes da franquia sejam mais envolventes.



Confira o trailer:

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