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sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

{Crítica} O curioso caso de Benjamin Button


Título: O curioso caso de Benjamin Button
Direção: David Fincher
Elenco: Brad Pitt, Cate Blanchett, Julia Ormond
Gênero: Drama, Fantasia, Romance
Duração: 2h 35 min
♥ ♥ ♥ ♥ ♥  (★) 

Sinopse: Nova Orleans, 1918. Benjamin Button (Brad Pitt) nasceu de forma incomum, com a aparência e doenças de uma pessoa em torno dos oitenta anos mesmo sendo um bebê. Ao invés de envelhecer com o passar do tempo, Button rejuvenesce. Quando ainda criança ele conhece Daisy (Cate Blanchett), da mesma idade que ele, por quem se apaixona. É preciso esperar que Daisy cresça, tornando-se uma mulher, e que Benjamin rejuvenesça para que, quando tiverem idades parecidas, possam enfim se envolver.

Sabe aquele filme sessão da tarde que te deixa sem folego? Então, é esse. Ele entrou na minha lista de favoritos.
O que aconteceria se sua vida fosse “ao contrario”, vou explicar. Ao invés de nascer e aos poucos ir envelhecendo, você nasce velho e fica novo conforme o tempo passa. Será que alguma coisa mudaria? E sua relação com as pessoas? 
Imagine nascer com características de um idoso de 70 anos. Agora com dez anos você consegue se levantar, mas com o auxilio de uma bengala.


O tempo passa e agora você caminha tranquilamente, aos 40 você aparenta 20. O ponto de equilíbrio se encontra na sua juventude, mas como seriam os olhares? E sua vida, seria comum? Como será sua vida amorosa?


Protagonizado por Brad Pitt, o filme traz os dramas enfrentados por Beijamin, os preconceitos que acontecem com as crianças com fisionomia um pouco diferente.
A trajetória de Beijamin é bonita e tocante, ele vai passar por diversas dificuldades, problemas e momentos de alegria.
O elenco é bom, o filme é bem longo mais vale a pena. O filme é adaptação do livro homônimo de F. Scott Fitzgerald, não li a obra, mas espero em breve trazer uma comparação entre ambos.



Confira o trailer:



terça-feira, 23 de janeiro de 2018

{Crítica} Mulher-maravilha


Título: Mulher-maravilha
Direção: Patty Jenkins
Elenco: Gal Gadot, Chris Pine, Connie Nielsen
Gênero: Ação, Aventura, Fantasia
Duração: 2h 21min
♥ ♥ ♥ ♥ ♥  (★) 

Sinopse: Treinada desde cedo para ser uma guerreira imbatível, Diana Prince (Gal Gadot) nunca saiu da paradisíaca ilha em que é reconhecida como princesa das Amazonas. Quando o piloto Steve Trevor (Chris Pine) se acidenta e cai numa praia do local, ela descobre que uma guerra sem precedentes está se espalhando pelo mundo e decide deixar seu lar certa de que pode parar o conflito. Lutando para acabar com todas as lutas, Diana percebe o alcance de seus poderes e sua verdadeira missão na Terra.

O filme vai nos levar ao inicio de tudo, nos contando toda a história da Princesa das Amazonas, desde a sua infância, passando por como e onde ela nasceu e cresceu, e como ela acabou se tornando quem ela é. Mostra sua família e sua história, e como e o motivo dela ter vindo para o nosso mundo.

Situações a levam a terra, e ela vem decidida a acabar com a guerra. Longe de ser a maravilha que ela imagina, nosso mundo traz algumas decepções à princesa amazona, porem, é aqui, longe da proteção de sua mãe e da tia, que ela cresce e descobre o poder total que carrega. 
Ela irá lutar ao lado de alguns companheiros “comuns”, vestindo-se a caráter da época, ela entra bem no meio da 1ª guerra mundial, e é lá sua primeira aparição para o mundo humano, onde ela se revela ao mundo todo, e isso fica registrado para a posteridade em uma foto em preto e branco, que é apresentada logo no início do filme, como um presente do nosso querido Bruce Wayne.
O longa – muito longo mesmo –, conta com mais de duas horas de filme, que se passam num piscar de olhos, pelo menos essa foi a impressão que tive. A produção é impecável, a história é fantástica, e me arrisco a dizer que foi uma das melhores produções de 2017. Roteiro, figurino e atores são da melhor qualidade, os efeitos estão impecáveis. 
O filme consegue nos prende do início ao fim, conta com muita ação, emoção e até uma pitada de drama. 
Diana decidiu que precisa lutar pelos menos favorecidos, pelos que estão sofrendo e morrendo por causa da guerra, ela se entrega de corpo e alma a esta missão, e é neste momento que o livro tira o fôlego.

O filme nos trouxe emoção do começo ao fim, foi incrível. Uma sala de cinema cheia fechou o filme com uma chuva de aplausos.


Confira o trailer:

quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

{Crítica} A Múmia


Título: A múmia
Direção: Alex Kurtzman
Elenco: Tom Cruise, Sofia Boutella, Annabelle Wallis
Gênero: Fantasia, Aventura, Terror
Duração: 1h 51min
♥ ♥ ♥ ♥ ♥  (★)

Sinopse: Na Mesopotâmia, séculos atrás, Ahmanet (Sofia Boutella) tem seus planos interrompidos justamente quando está prestes a invocar Set, o deus da morte, de forma que juntos possam governar o mundo.  Mumificada, ela é aprisionada dentro de uma tumba. Nos dias atuais, o local é descoberto por acidente por Nick Morton (Tom Cruise) e Chris Vail (Jake Johnson), saqueadores de artefatos antigos que estavam na região em busca de raridades. Ao lado da pesquisadora Jenny Halsey (Annabelle Wallis), eles investigam a tumba recém-descoberta e, acidentalmente, despertam Ahmanet. Ela logo elege Nick como seu escolhido e, a partir de então, busca a adaga de Set para que possa invocá-lo no corpo do saqueador.

A nova franquia do filme A Múmia não me convenceu, e mesmo com grandes atores deixou a desejar.


Nick e Chris Vail são militares - e saqueadores de artigos antigos - e juntos com a pesquisadora Jenny Halsey terão a missão de investigar o sarcófago de Ahmanet.
 


Ahmanet é uma princesa assassina, que foi aprisionada a milhares de anos, impedida de invocar Set, o deus egípcio da morte. Aprisionada e mumificada viva na antiga Mesopotâmia, ela retorna ao mundo dos vivos, após os militares; Nick e Chris descobrirem sua localização e a libertarem.


Uma vez desperta, Ahmanet inicia sua busca pela adaga de Set para invocar o deus egípcio e oferecer o sacrifício.
 

A partir daí Nick se vê perturbado com visões e sensações estranhas. Amaldiçoado, ele precisar fugir de Ahmanet, de múmias zumbis e um médico fantasma, antes que se torne o sacrifício.

Dentre muitas descobertas, o grupo irá encontrar o doutor Henry Jekyll um maluco, cheio de explicações para os acontecimentos atuais, e líder de uma sociedade secreta que luta contra ameaças sobrenaturais.


Sem nada de tirar o fôlego o filme segue seu curso natural, mas vai se tornando cansativo. O longa trouxe algumas cenas divertidas, e atuação de Tom Cruise foi espetacular! Mas não trouxe nada novo, o enredo não veio para surpreender telespectador. Tentando adentrar no Dark Universe, a Universal deixou um pouco a desejar. Vamos torcer para que os próximos filmes da franquia sejam mais envolventes.



Confira o trailer:
quarta-feira, 7 de junho de 2017

{Crítica} Esquadrão Suicida

Título: Esquadrão suicida
Direção: David Ayer
Elenco: Margot Robbie, Will Smith, Jared
Gênero: Ação, Fantasia
Duração: 2h 03 min
♥ ♥ ♥ ♥ ♥ 


Sinopse: Após a aparição do Superman, a agente Amanda Waller (Viola Davis) está convencida que o governo americano precisa ter sua própria equipe de metahumanos, para combater possíveis ameaças. Para tanto ela cria o projeto do Esquadrão Suicida, onde perigosos vilões encarcerados são obrigados a executar missões a mando do governo. Caso sejam bem-sucedidos, eles têm suas penas abreviadas em 10 anos. Caso contrário, simplesmente morrem. O grupo é autorizado pelo governo após o súbito ataque de Magia (Cara Delevingne), uma das "convocadas" por Amanda, que se volta contra ela. Desta forma, Pistoleiro (Will Smith), Arlequina (Margot Robbie), Capitão Bumerangue (Jai Courtney), Crocodilo (Adewale Akinnuoye-Agbaje), El Diablo (Jay Hernandez) e Amarra (Adam Beach) são convocados para a missão. Paralelamente, o Coringa (Jared Leto) aproveita a oportunidade para tentar resgatar o amor de sua vida: Arlequina.


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